Fiquei anos sem adquirir nada da Devir e ultimamente venho tentando reaver o que perdi. A Magia de Aria é o primeiro encadernado da Aria lançado no Brasil. Essa série da Avalon já foi publicada outras duas vezes posteriormente: Aria O Mercado das Almas (que tenho) e Aria Os Rituais de Encantamento (que não tenho). Tomb Raider já foi publicado pela Panini, Abril e Devir no Brasil, sendo que a Devir lançou apenas dois encadernados, esse daí de cima (Em Busca de Shangri-Lá) e A Saga da Máscara da Medusa (que na verdade reúne quadrinhos que já haviam sido lançados pela Abril - esse encadernado não tenho). A história desse encadernado que adquiri é do Dan Jurgens.
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
Novas aquisições da Editora Devir
The Boys - Vol. 3 - Bom Para a Alma
The Boys - Bom Para a Alma completa a coleção dos três encadernados dessa série que já saíram aqui no Brasil pela Devir. Começar uma história sabendo que não existe nem previsão de sair um novo volume dá um certo desanimo, mas a história é tão boa que é impossível não ler.
Esse é basicamente um encadernado para contar um pouco da origem desse universo de super-heróis sem escrúpulos. É incrível ver como uma equipe completamente despreparada com certeza realizaria os mais diversos tipos de cagadas.
O Ennis também aproveita para brincar um pouco com a questão da ressurreição no mundo dos quadrinhos. Cenas toscas demais, ao estilo que gostamos.
Esperava um pouco mais de ação para essa edição, mas os embates entre o Carniceiro e o Super Home de araque faz valer a pena a falta de sangue e ossos jorrando.
Ah, a origem que é contada é apenas como surgiram os super-heróis e como o grupo dos 7 foi formado. Quem esperava, assim como o Hughie Mijão, conhecer um pouco mais do passado do Carniceiro, da Fêmea, do Francês e do Leite Materno vai ficar decepcionado com certeza. Parece que tão cedo não teremos essas respostas.
Ben Affleck - o Novo Batman
Nos últimos dias a comunidade nerd não fala outra coisa
senão a escolha do odiado Ben Affleck para ser o novo Batman. Eu já tava com
minha tocha acessa e minha foice na mão para iniciar a caçada a esse monstro
quando li um texto falando como esta mesma comunidade nerd que venera o Heather
Ledger como Coringa repudiou severamente sua escolha para viver o lunático no
Batman O Cavaleiro das Trevas.
Nisso minha mente começou a viajar em como a gente julga muito
filme antes de sequer iniciar as filmagens, às vezes um filme só tem o diretor
escolhido e já tão reclamando. O que eu percebo é que esses rompantes de fúria
dos fãs vêm até mesmo em filmes que a pessoa nem viu. Cara, a quantidade de
pessoas que vem reclamando e criticando todo o tipo de filmes e quadrinhos sem
ter ao menos visto ou lido é incrível. As pessoas estão vivendo a base de
reviews e opiniões dos outros. Ninguém mais espera para poder emitir sua
opinião, bastando o seguindo: se tal site falou que é ruim é porque é ruim.
Muitas vezes só as premissas da trama já afastam as pessoas quem nem dão o
benefício da dúvida para certas leituras ou filmes. Outro exemplo legal é a
quantidade de pessoas que reclamam do rumo da vida do Aranha nos quadrinhos.
Confesso que tem anos que não leio uma história atual do Aranha (a minha última
foi quando acabaram com o passado da Gwen e descobrimos que ela deu pro
Osborn). Confesso também que essa premissa de que o Octopus tá ocupando o corpo
do Parker revira meu estômago. Mas será que as histórias não são boas? Será que
essa premissa fosse lançada numa época sem internet não seria bem recebida?
Vale lembrar que o Aranha teve várias histórias bem bizarras nas décadas de 70
e 80.
Mas voltando ao Ben Affleck torço para que dê certo. Sou fã
incondicional de filmes baseados em histórias em quadrinhos e sempre torço pelo
sucesso de todos.
Para encerrar, sei que tem muita gente que reclama horrores
do filme do Demolidor, mas meus amigos quando vi o filme no cinema fiquei
maravilhado. Aquela cena da luta contra o Mercenário fez eu delirar no cinema.
Até porque tinha anos que eu não ia para uma sala de cinema e ver um dos meus
heróis favoritos na telona não tinha preço para mim.
O Discurso do Rei
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| Microfone o grande inimigo deste Rei |
Este filme conta a história de Bertie, apelido carinho do pai da futura Rainha Elizabeth II, pegando sua dificuldade com a fala para contar um pouco da história recente da Grã-Bretanha.
Eu não tinha muita noção, mas parece que até o final da década de 30 no século passado o Império Britânico comanda 25% dos territórios mundiais. Caramba, é muita coisa. O nosso amigo Bertie é o segundo na linha de sucessão e tem um problema terrível com a fala, é gago até não querer mais. O pai tá morre não morre e o irmão mais velho é um malandrão que só quer saber aproveitar tudo de bom que a vida de um príncipe pode proporcionar. Só que nesse período a Europa tá pegando fogo e o Hitler tá invadindo tudo quanto é pais. Como era esperado o Rei George V acaba falecendo e o príncipe fanfarrão acaba assumindo o posto de chefão da Inglaterra. Mas o camarada não quer nada com nada, faz festas até não querer mais e quer porque quer casar com uma americana duas vezes divorciadas. Nisso a situação aperta para ele, até porque gastar toda a fortuna em festas luxuosas pode mas casar com uma mulher divorciada era algo inadmissível para um Rei, não restando outra alternativa nosso Rei bon vivant acaba renunciando e o peso de encarar uma guerra que está por vir acaba caindo nas mãos de nosso Rei Gago.
No meio de toda essa trama política somos envolvidos no
drama pessoal do nosso querido Bertie. O cara era muito gago, e quando
enfrentava um microfone travava geral. Depois de muito buscar uma solução para
esse problema, a esposa do Bertie acaba descobrindo um tipo de terapeuta vocal,
com métodos nada tradicionais. Com o desenvolver do tratamento, os dois acabam
se tornando grandes parceiros, e a participação do terapeuta foi essencial para
que o então Rei George VI conseguisse fazer discursos que convocava toda a
Inglaterra para a decisiva guerra contra a Alemanha.
Muitos dos tratamentos que o terapeuta realizou com o Bertie
me fizeram voltar à infância. Eu tinha graves problemas de dicção e trocava
várias letras, falando pior que o nosso querido Cebolinha. Para fodão virar
fogão e tota-tola virar coca-cola tive que soprar muita língua de sogra e ficar
mandando milhares de beijos ao vento.
Voltando para o lado histórico, em uma breve pesquisa no
Google, é possível verificar algumas outras facetas do safado George VI (Bertie
é o caralho!). Ao que consta, a Palestina ainda pertencia à Inglaterra durante
a Segunda Guerra e muitos Judeus queria fugir para lá de qualquer maneira. Mas
quem disse que o Rei Gago deixou? Além disso, o irmão mais velho e ex-Rei
acabou realmente casando com a divorciada americana e na lua de mel foi fazer
uma pequena visita ao Hitler, vê se pode?? Esses personagens históricos, muitas
vezes retratados de forma extremamente
retratados romântica no cinema, nunca devem ficar na nossa memória somente com
base naquilo que vemos nos filmes. Não custa nada dar sempre uma aprofundada
nos temas em rápidas pesquisas pela internet.
The Boys - Vol. 2 - Mandando Ver
The Boys Vol. 2 Mandando Ver continua a série do grupo responsável por colocar os heróis na linha, com o roteiro sempre surpreendente do Garth Ennis. Nesse segundo volume, a trama empolgante iniciada no segundo arco do primeiro volume dá uma desacelerada mas ao mesmo tempo começamos a perceber a grande trama que está por vir.
No primeiro arco deste volume conhecemos uma mistura de Batman com Homem de Ferro que sodomiza qualquer coisa que passa na frente dele e a história gira em torno do Hughie mijão tentando solucionar um caso de assassinato.
O segundo arco é bem mais interessante. O grupo viaja para a Rússia e acaba envolvido numa trama envolvendo centenas de supers, uma baixinha que se amarra em vibradores enormes e um representante do Conglomerado. E é nesse ponto que percebemos como os supers e toda a política na verdade são manipulados por esse tal de Conglomerado.
Sensacional é a cena em que o Salsicha do Amor, antigo heróis russo, entra numa boate de strip durante uma perseguição. Hilário demais.
Infelizmente não consegui escrever sobre essa revista assim que eu li, o que faz perder muito da sensação de quem acaba de ler ou ver algo. Espero que nas próximas vezes eu consiga ler e escrever em seguida, ainda na empolgação da leitura.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Quadrinhos L&PM
Aos poucos venho tentando adquirir os quadrinhos lançados pela L&PM na década de 80 e sempre me surpreendo com a qualidade do material e a variedade. Seguem minhas novas aquisições dessa editora.
Adaptação da famosa obra pelo Hugo Pratt, precisa dizer mais algo? Quem conhece Corto Maltese vai saber da qualidade do material. Lançamento de 1985.
Adaptação da famosa obra pelo Hugo Pratt, precisa dizer mais algo? Quem conhece Corto Maltese vai saber da qualidade do material. Lançamento de 1985.
Primeira edição da coleção que a L&PM lançou com as tiras diárias do Batman. Edição lançada em 1987.
O Amante de Lady Chatterley é a adaptação da obra homônima que ficou por décadas proibido, os desenhos de Hunt Emerson, com traços que me lembram muitos o do Crumb. A edição foi lançada em 1988 e pelo design parece ser da mesma coleção do A Ilha do Tesouro. Já Nick Holmes traz as tiras diárias do detetive criado pelo Alex Raymond, mesmo criador do Flash Gordon e foi lançada em 1986.
Barbarella
Eis Jane Fonda causando furor com sua representação de Barbarella:
Essas são algumas Barbarellas alternativas encontradas pela internet:
Star Wars sendo bem representado
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| Nunca um sabre de luz foi tão bem empunhado. |
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| Assim até eu sou a favor do império. |
E nos quadrinhos??
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| Mulher nada Invisível |
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| Super Super-Girl! |
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| Poderosa - o nome diz tudo! |
Novos Quadrinhos!
Como a cidade onde moro só tem um sebo que não vende nada de quadrinhos, recorro aos mais diversos sites para conseguir algumas HQs que busco e até me surpreender com algumas que desconhecia. Recentemente fiz uma aquisição pelo estante virtual, que na verdade só faz o intermédio da venda de vários sebos espalhados pelo Brasil. Agora que já chegaram todos os quadrinhos que solicitei, irei postar as minhas novidades:
A Volta do Fradim e A Volta do Graúna faz parte de uma coleção da editora Geração Editorial objetivando reunir os trabalhos do Henfil e apresentá-los para uma nova geração. Eu já tinha em minha coleção o Hiroshima Meu Humor, facilmente usurpado da minha esposa. Esses livros foram lançados no início dos anos 90, e no A Volta do Fradim ainda podemos contar com um prefácio do Ziraldo e uma pequena apresentação da obre pelo filho do Henfil.
Barbarella é a história em quadrinhos que virou o clássico da ficção científica estrelado pela Jane Fonda. O que faz essa revista especial, além do fato de nos ter presenteado uma Jane Fonda com pernas de fora no cinema, é o fato de ter sido traduzido pelo Jô Soares. Pelo visto ele gostava muito de quadrinhos mesmo, tenho um livro chamado Shazam onde ele faz uma resenha sobre o assunto.
Por falar em Ziraldo, The Supermãe reúne os cartuns que o mestre desenhou durante dez anos para a revista Cláudia, reunidas em um livrão de capa dura sensacional, lançado em 1981. Pena que essa capa aí é só uma sobrecapa, a capa mesmo é toda em branco.
domingo, 25 de agosto de 2013
Um Novo Despertar
Hoje vi o filme Um Novo Despertar, filme de Jodie Foster e estrelado pelo Mel Gibson. A princípio é basicamente a história de um homem com depressão que, após uma fracassada tentativa de suicídio, encontra um castor de pelúcia no lixo e tentar recomeçar a vida e reconquistar a família.
Ainda tô tentando me encontrar com esse negócio de blog e minha intenção em tudo é colocar uma visão pessoal no que vejo, leio ou escuto, às vezes. Sendo assim, essa descrição não representa em nada o filme. Tenho um problema familiar com uma pessoa que amo muito e que está passando por uma depressão fudida, e no passado já tive um relacionamento muito mal resolvido com meu pai, já superado. Esse filme pega a premissa para mostrar além da depressão, aspectos do relacionamento a dois, relacionamento do pai com o filho mais velho, e recomeços.
É isso que o castor propõe pro Mel Gibson (Walter Black no filme) que ele imploda a vida e recomece do zero. Muitas vezes parece que a solução é voltar no passado, reconstruir relacionamentos e momentos. Mas nada se compara ao recomeço. Aceitar que o que passou, que não dá para voltar ao passado. Isso já dá um alívio muito grande. O difícil é convencer os que estão a nossa volta disso. E essa é uma dificuldade da esposa do Black (Jodie Foster), que a leva a abandonar o marido e deixar ele mais uma vez entregue a própria sorte de seus pensamentos confusos.
O filho mais velho nunca aceitou o pai e contabiliza semelhanças entre os dois para no futuro mudar. Não vê o quanto ele tá errado, esperando sempre uma resposta do velho e não vendo que o relacionamento de pai e filho não é uma via de mão única e nesse caminho ele só estaria contribuindo para se tornar tudo aquilo que mais odeia no pai. A gente acha que nossos pais e pessoas mais velhas são grandes fortalezas, preparadas para tudo, e não percebemos que na verdade são adolescentes, jovens, só que numa carcaça mais batida. Um abraço, uma ligação, qualquer tipo de contato, faz muita diferença para ambos os lados.
Num certo momento vemos como o Black vai se tornando o Castor e não consegue comandar mais a própria vida. E dessa vez percebemos que muletas são só isso, algo para nos apoiarmos, não o que vai nos dar a sustentação. Lógico que no filme o Black é uma pessoa doente, que precisava de um acompanhamento médico (não um pé na bunda, né esposas??) e não tinha a menor compreensão como sua mente estava cada vez mais fragilizada.
O filme ainda tem outros aspectos como a falta do pai sentida pelo filho mais novo, como a esposa não tem a mínima ideia de como lidar com a situação e os problemas do filho mais velho, que erra muito ao tentar se relacionar com a colega do colégio e se envolve com venda de trabalhos escolares e pichação.
Veja e diga o que achou nos comentários.
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| Nunca se deixe levar por essas frases de cartaz |
É isso que o castor propõe pro Mel Gibson (Walter Black no filme) que ele imploda a vida e recomece do zero. Muitas vezes parece que a solução é voltar no passado, reconstruir relacionamentos e momentos. Mas nada se compara ao recomeço. Aceitar que o que passou, que não dá para voltar ao passado. Isso já dá um alívio muito grande. O difícil é convencer os que estão a nossa volta disso. E essa é uma dificuldade da esposa do Black (Jodie Foster), que a leva a abandonar o marido e deixar ele mais uma vez entregue a própria sorte de seus pensamentos confusos.
O filho mais velho nunca aceitou o pai e contabiliza semelhanças entre os dois para no futuro mudar. Não vê o quanto ele tá errado, esperando sempre uma resposta do velho e não vendo que o relacionamento de pai e filho não é uma via de mão única e nesse caminho ele só estaria contribuindo para se tornar tudo aquilo que mais odeia no pai. A gente acha que nossos pais e pessoas mais velhas são grandes fortalezas, preparadas para tudo, e não percebemos que na verdade são adolescentes, jovens, só que numa carcaça mais batida. Um abraço, uma ligação, qualquer tipo de contato, faz muita diferença para ambos os lados.
Num certo momento vemos como o Black vai se tornando o Castor e não consegue comandar mais a própria vida. E dessa vez percebemos que muletas são só isso, algo para nos apoiarmos, não o que vai nos dar a sustentação. Lógico que no filme o Black é uma pessoa doente, que precisava de um acompanhamento médico (não um pé na bunda, né esposas??) e não tinha a menor compreensão como sua mente estava cada vez mais fragilizada.
O filme ainda tem outros aspectos como a falta do pai sentida pelo filho mais novo, como a esposa não tem a mínima ideia de como lidar com a situação e os problemas do filho mais velho, que erra muito ao tentar se relacionar com a colega do colégio e se envolve com venda de trabalhos escolares e pichação.
Veja e diga o que achou nos comentários.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Movimento Slow
Continuando as minhas leituras na internet, me deparei com o site do movimento Slow (http://www.movimientoslow.com). Esse movimento vai muito ao encontro do que venho buscando e deixa dicas que pretendo aplicar à minha vida, principalmente as que deixei em negrito abaixo:
- Tome uma infusão com os pés apoiados fora da janela. Não o fazer enquanto dirige.
- Inverta qualidade de tempo na banheira, e se for acompanhado melhor.
- Escreva estas palavras em um lugar visível: Fazer várias tarefas ao mesmo tempo e não fazer nenhuma bem.
- Não se veja forçado a responder com rapidez, tome o seu tempo.
- Não use o relógio em cima, não se preocupe que já saberá a hora.
- Boceje com freqüência. Bocejar é bom para a saúde.
- Escute uma peça de música de Mozart no seu tempo original.
- Ao se levantar dedique um tempo a tomar o café da manhã tranqüilo e projetar o dia que tem pela frente.
- Pratique um hobbie sossegado... Pescar, pintar, plantar; mas trate de fazer uma só coisa cada vez.
- Coma devagar. Desfrute da solidão ou de uma conversa se está com mais gente.
- Faça uma siesta e pegue uma hora extra na cama, você merece.
- Escreva qualquer coisa.Aprofunde-se no dia que teve.
- Saia de casa e pratique a nobre arte do dolce fare niente. Leia um jornal, observe as fachadas.
- Jante um cardápio com alto conteúdo em frutas e verduras.
- Leia um livro na cama, deixe abandonar-se nos seus pensamentos e flua.
domingo, 18 de agosto de 2013
Dolce Far Niente
Nos últimos dias tenho pesquisado sobre um modo mais leve de se viver, mais tranquilo e mais lento. Numa dessas pesquisas dei de cara com esse termo Dolce Far Niente, que ao que parece significa estado de ócio feliz e despreocupado.
Uma das coisas que mais me tem incomodado é como minha vida se transformou numa correria danada, onde quase não paro para saborear uns minutos calmos. O motivo da retomada desse blog é justamente essa, tentar dar uma desacelerada na minha vida, um tempo onde eu possa me concentrar em algo.
Tem sido praticamente impossível parar. Uma vez achei um site que mandava ficar 10 minutos sem fazer nada, consegui no máximo três! Isso bateu muito forte em mim e ainda penso nisso. (para quem quiser, o site é esse: http://parepor10minutos.com.br/)
Inclusive andei conversando com minha esposa o quanto estou precisando me concentrar para não perder tempo em coisas que não agregam e focar naquilo que realmente gosto e quero fazer, com tranquilidade e sem pressa.
Espero que essa nova tentativa dê certo e que consiga estabelecer esse canal de comunicação comigo mesmo.
Uma das coisas que mais me tem incomodado é como minha vida se transformou numa correria danada, onde quase não paro para saborear uns minutos calmos. O motivo da retomada desse blog é justamente essa, tentar dar uma desacelerada na minha vida, um tempo onde eu possa me concentrar em algo.
Tem sido praticamente impossível parar. Uma vez achei um site que mandava ficar 10 minutos sem fazer nada, consegui no máximo três! Isso bateu muito forte em mim e ainda penso nisso. (para quem quiser, o site é esse: http://parepor10minutos.com.br/)
Inclusive andei conversando com minha esposa o quanto estou precisando me concentrar para não perder tempo em coisas que não agregam e focar naquilo que realmente gosto e quero fazer, com tranquilidade e sem pressa.
Espero que essa nova tentativa dê certo e que consiga estabelecer esse canal de comunicação comigo mesmo.
The Boys - O Nome do Jogo
Muito foda! Essa é a minha definição para essa série de quadrinhos escrita pelo Garth Ennis e muito bem desenhada pelo Darick Robertson. O primeiro volume editado pela Devir reúne os números 1 a 6 da série original e já começa muito bem, desde o prefácio escrito por Simon Pegg (aquele mesmo louco do filme Todo Mundo Quase Morto).
A trama gira em torno de um grupo reunido pela CIA para manter os super-heróis na linha. Neste mundo os somos apresentados a uma outra visão dos super-heróis, onde ninguém tem escrúpulos. O personagem principal é o Hughie Mijão que tem a namorada esmagada por um vilão arremessado pelo Trem-A, versão do Ennis para o Flash logo no início da trama.


Viver nesse mundo não é nada fácil...
Mas na minha opinião a maior graça dessa série não é a violência característica dos textos do Ennis, mas sim a forma incrível como ele retrata os super-heróis. A mídia e a população em geral os adoram, mas longe das câmeras são todos uns escrotos sem caráter algum, praticando todo tipo de sacanagem. Só lendo mesmo para sentir o impacto das imagens e textos.
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| Por hoje esses são os heróis que temos. |
Somos também apresentado ao grupo dos 7, a versão doentia do Ennis para a Liga da Justiça. Logo vemos uma versão do Super-Homem recebendo uma inocente recruta, mas que no final a obriga a fazer sexo oral para entrar no grupo. Isso mesmo meus camaradas, a menininha é sodomizada e apresentada a um novo mundo que faz seu sonho ser completamente deturpado.
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| Não precisa nem falar nada né? |
A narrativa de toda a trama é tão boa que você acaba lendo o álbum de uma só vez. Não há como parar, o ritmo é intenso mesmo.
Recomendo a todos, e minha expectativa para os próximos volumes é muito grande.
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